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Meu perfil BRASIL, Sudeste, SANTA FE DO SUL, Mulher, de 20 a 25 anos, Cinema e vídeo, Livros MSN - jcarvalho122@hotmail.com |
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Via uma televisão ligada, um travesseiro no chão e a luz de uma janela aberta. Lá ele estava deitado no sobre o travesseiro assistindo a tv. Olhei para o seu rosto bem cuidado e o elogiei dizendo que o interior de São Paulo fez muito bem para sua pele. Ele riu, com aquele sorriso largo e desconsertado. Estava mais forte, mais gordo. Antes era magro, delgado. Agora, com o corpo malhado, a pele macia e a alma reciclada, meu sentimento e desejo se renovaram por todo esse tempo que passamos separados um do outro. No entanto, eu me entreguei ao desmazelo. Estou gorda, com os cabelos sem corte, pálida, com a pele e a alma visivelmente desgastadas. Esse espaço de tempo longe de você me fizeram reversivelmente mal. Bebendo, fumando, ficando com pessoas que no outro dia nem ao menos lembro o nome. Agora não tenho mais tempo para recuperar minha beleza, minha auto estima, meu sorriso. Ele está aqui, do meu lado, deitado e fumando um FREE e contando histórias da república onde mora, das cidades que visitou e das pessoas que conheceu. Céus, como este homem está mudado! Já não é mais aquele garoto que achava que sabia tudo do mundo. Está mais vivido, de pé no chão, consciente do seus objetivos e de tudo o que o cerca. Porém, não ficaremos juntos, tomamos novos rumos, outros sentidos. Ma s a ligação permanece forte, imperecível ao tempo e espaço.
Bem, isso foi só um sonho que tive esta noite. Poderia ser real. Sei que ainda tenho tempo de recuperar muita coisa, até o que nunca tive. Serei a 1ª a estar no aeroporto esperando o avião, enchê-lo de beijos e dizer que meu mundo voltou a Ter aquele brilho um dia teve.
Detalhinho: Fazia tempo que não tinha um sonho tão real como hoje. Desde que meu ex namorado foi embora não consegui mais ficar com ninguém. Bem, acho que ainda não estou paciência para conhecer a personalidade de outra pessoa. Por enquanto estou me curtindo, coisa que eu não fazia já a quase 4 anos.
até mais
Hoje me senti só
No centro da cidade
Com os carros passando
E em cada um o som tocando
Tão vazios quanto eu
Cansada de olhar para os lados
E não te encontrar
Bem, nessa cidade não há nada a fazer
De vez em quando vai um prazer
Mas no fim das contas
Só me resta lembrar de você
Hoje me senti aquele porre chato
Que enche o saco
Que fala coisas que ninguém quer ouvir
Tudo isso porque você está longe
Não está aqui
Fico andando pra ver se encontro alguém
Olho em todas as mesas
Mas não conheço ninguém
Penso em sentar sozinha
Tomar uma cerveja
Mas quero conversar
Pode pedir, eu vou pagar
Olha o que a solidão me causa
Me faz comprar uma companhia
E no outro dia não vou lembrar
Por favor, não demore a chegar
Essa cidade me agride
Com suas meninas recicladas
E seus garotos encubados
Não demore, não
Não demore...
Detalhinho: Esse feriado foi super agradável. Na Segunda fui pra casa de uma amigo comer pizza e assistir alguns filmes. Não sei porque, mas sonhei com sexo a noite toda (não fiz e nem estava pensando nisso). Na Terça fiz um peixe à Milanesa e bebemos a tarde toda ouvindo Prince, Genesis, Oasis, Cazuza, Cranberries. Fazia tempo que eu não tinha uma feriado assim. Valeu a pena não ter ido para o show da Tribo de Jah.
até mais
No sábado retrasado fui a casa de um amigo. Ele estava meio triste por causa de um e-mail da ex-noiva. Bem, naquele sábado tinha algumas coisas interessantes rolando na cidade, como algumas bandas que tocavam em uma praça. Cheguei ao seu quarto e começamos a ler o tal do e-mail. Uma despedida e boa sorte, pra falar a verdade. Depois de tentar entender e filosofar sobre nossas vidas, Nil entrou no site do MIX BRASIL. Profundo conhecedor, foi me mostrando cada janela. Até que nós paramos para ler CONTOS ERÓTICOS LÉSBICOS. Sentiu o drama, né? Começamos a ler os títulos, uns sem graça, outros curiosíssimos. Lemos o 1º e o 2º. No 3º, a mulher tinha um caso com uma amiga que se passava por sua empregada pra ninguém desconfiar. Mas acabaram brigando. Depois teve um caso sua empregada substituta. E um belo dia ela, Fátima, teve que viajar à trabalho por 3 dias. Porém, em dois dias concluiu o trabalho e voltou mais cedo pra casa. Quando entrou ouviu um som estranho, e - pasmem – a filha da Fátima estava transando com sua empregada. A serviçal foi embora, mas Fátima não sabia que sua filha gostava de xoxota. Mãe e filha começaram um relacionamento incestuoso. Isso me deixou horrorizada, estática. Mas o que me chamou mais minha atenção foi uma tal de Chuva Dourada. O que é isso?
Nem o Nil sabia. Deve ser uma coisa legal, pra ter esse nome...
Quase no final do conto, numa parte que elas estavam tomando banho, a filha fala: - Deixa eu fazer uma chuva Dourada em você, mãezinha! Quando lemos, a filha urinou, fazer xixi, mijou na cara da mãe dela. Puts! E eu achando o nome super bacana. Estou até vendo uma cena dessa: eu ficando com uma mulher, e de repente ela pede pra fazer uma... Chuva Dourada em mim. E claro, eu não sabendo, ia querer saber como era. Quando vejo já é tarde demais, a doida sentada na minha cara e eu ouvindo só aquele barulho: XÓÓÓÓÓÓÓ!!!!!!!!!!
Bem, vou continuar lendo esses contos, pra não chegar em São Paulo desavisada. Já pensou, o cara pedir: - Deixa eu jogar um patê dos Deuses em você? E eu repito: - Pode fazer! E, quando vejo, um pedaço de cocô cai na minha cara....
Detalhinho
: Gente, desculpe se em algum momento fui grossa. O sexo é muito bom, seja com quem for. Mas acho que existe um limite. Quando li esse conto fiquei um tempo pensativa, me perguntando se isso existe mesmo. Pior que existe e tem gente até paga por isso. Acho um absurdo, uma doença. Mais uma vez: Desculpe!Até mais!